As banalidades de cada dia, o albergue dos meus "momentos bolha" e sentimentos de vida...
quinta-feira, agosto 7
Comparações recém constatadas...
Mas qual é a separação prática do amor e da paixão? De uma certeza e de uma ilusão?
Talvez o estado previsível dos acontecimentos. (Será?)No amor sentes o que vai acontecer a seguir. Se for bom é uma autêntica "fábrica da felicidade", se não um tormento horrível que aguentas como se nada fosse e voltas a repetir as vezes que forem precisas. (È uma espécie de certeza. Para mim é.)
Na paixão imaginas, duvidas, desesperas de ansiedade para saber o que vai acontecer. Depois: Queres uma coisa e sai outra. Ou nenhuma. Não queres nada e sai tudo. Ou então nem sabes o que queres nem quando, e vives assim. (A ela já assemelho a ilusão, a um período de "sonhos no ar" onde não se sabe quando se atinge o separador do amor ou a descida a pique até a realidade. É uma espécie de vício, de droga milagrosa. Para mim é. Continua a ser boa.)
Ora, que seja!!!
1 comentário:
Anónimo
disse...
De facto a paixão é um estado de loucura. Vives no ar, na expectativa, sentes que nada mais importa do que a concretização dessa paixão. Mas esse estado acaba (e ainda bem!). E o que resta? Desilusão? Amizade? Indiferença? Seja o que for que fique, vale sempre a pena.
1 comentário:
De facto a paixão é um estado de loucura. Vives no ar, na expectativa, sentes que nada mais importa do que a concretização dessa paixão. Mas esse estado acaba (e ainda bem!). E o que resta? Desilusão? Amizade? Indiferença? Seja o que for que fique, vale sempre a pena.
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