E ao tentarmos encontrar ‘respostas-causa’ (provavelmente inexistentes) … percebemos que, apesar de todas as rodadas alcoólicas e do último licor da noite servido em formato espermatozóide, a acção foi sempre maioritariamente controlada pela liberdade, pela vontade e pelo livre arbítrio quanto a uma escolha. Percebemos igualmente que nem todos os impulsos alucinados implicam um arrependimento… que, pelo contrário, o espaço-tempo que passamos e a própria conversa que motivou estas linhas são parte da essência substancial do doce sabor de se “ir vivendo”. Despreocupadamente.
[Como tenho percebido a expressão “modo de vida gostoso” usada pelo meu inigualável Professor de psicologia... ] :)
1 comentário:
a cusca da outra inês do coração do teu irmão (espero eu ahaha) vem por este meio comunicar que adorou o texto! ta mesmo qualquer coisa de muito bom e é mesmo assim que se tem de pensar..
e essa rede desapareceu de matosinhos por momentos.. aguardamos a sua chegada, porque choca ao vê-la, porque nos cria emoções estéticas e só por isso já é um obra de arte!
beijinho!
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